Pesquisar este blog

sábado, 23 de julho de 2011

RESTAURAÇÕES - quando trocar??

Conhecidas, popularmente, também como obturações, elas antigamente eram feitas somente com amálgama ou silicato, que, quase sempre, não lhe brindavam uma boa estética ou durabilidade. Quando realizadas em pacientes mais jovens teriam que ter expectativa de duração para quase uma vida inteira.

Elas restauram a parte dos dentes que teve de ser removida por estar cariada. Quando tratadas no começo, as restaurações são pequenas e normalmente durarão mais tempo e se forem tratadas em estado mais adiantado, durarão menos. Se forem na região anterior ou na face oclusal (a que se enxerga quando abrimos a boca), a questão estética é fundamental, visto que podem alterar nosso sorriso, para melhor ou para pior. Melhor se não aparecerem e pior se notarmos que existe a restauração.

Se você não está satisfeito com alguma restauração, pela cor, pela forma, por ficar visível, não permita que isto diminua sua auto-estima, muito menos tente sorrir torto para que não a percebam. Hoje existem resinas que fazem com que suas restaurações sejam totalmente imperceptíveis. Além de corrigirem obturações feias ou antigas, permitem que se corrijam defeitos, fraturas, diastemas (espaços entre os dentes) e até alguns pequenos maus posicionamentos dos dentes. Acertam as cores, deixando-as como os demais dentes, ou ainda, através de colocação de facetas (como se fossem unhas postiças) corrigindo toda a estética do sorriso e mudando totalmente a sua fisionomia facial. Em alguns casos, podem substituir até a aparência ruim de algumas próteses, que estejam boas na função e ruins na estética.

Em casos de alteração da face estética de todos os dentes, extremos em que tratamentos de clareamento não conseguiram alterá-los para melhor, pode ser inclusive escolhida uma cor de tonalidade levemente mais clara, para obtenção de uma aparência rejuvenescedora.

Nos casos de fraturas antigas ou de fechamento de espaços, as mudanças obtidas embelezam o sorriso, remoçando seu portador. Por não exigirem tratamento de canais, fazer próteses e provisórios, estes tratamentos são bem mais rápidos e acessíveis do que se pode imaginar, valendo a pena uma consulta sem compromisso para um orçamento.

Se suas restaurações antigas estão boas, não apresentam sensibilidade ao frio e ao calor, não existe outro motivo que não o estético para trocá-las. Isto é uma vantagem porque lhe permite escolher com tranquilidade qual o momento certo para fazer a sua mudança facial e analisar com detalhes tudo o que você gostaria de mudar. O dentista lhe orientará bem se, para seu caso, é necessária uma mudança radical ou se um simples retoque de detalhes é suficiente para você adquirir uma aparência mais jovial.

Dr. Ledinei Espindula CRO 6974
Rua Marinho Lobo, 80 Sl 301 Edifício Centro Médico
Centro - Joinville - dr.ledinei@ig.com.br
(47)3025-3004 / 9614-7640

quarta-feira, 2 de março de 2011

CÂNCER BUCAL

É um tipo de câncer que geralmente ocorre nos lábios (mais freqüentemente no lábio inferior), dentro da boca, na parte posterior da garganta, nas amígdalas ou nas glândulas salivares.

É mais freqüente em homens do que em mulheres e atinge principalmente pessoas com mais de 40 anos de idade.

O fumo, combinado com o excesso de bebida alcóolica, é um dos principais fatores de risco.

Se não for detectado de maneira precoce, o câncer bucal pode exigir tratamentos que vão da cirurgia (para a sua remoção) à radioterapia ou quimioterapia.

Este câncer pode ser fatal, com uma taxa de sobrevivência de cinco anos de 50%*.

Uma das razões pelas quais este prognóstico é tão negativo é o fato de que os primeiros sintomas não serem reconhecidos logo. O diagnóstico precoce é fundamental para o sucesso do tratamento.

Quais os sintomas deste tipo de câncer?

Nem sempre é possível visualizar os primeiros sinais que indicam a existência do câncer bucal, o que aumenta a importância das consultas regulares com o dentista ou o médico. Seu dentista foi preparado para detectar os primeiros sinais do câncer bucal. Contudo, além das consultas regulares, é preciso que você fale com seu dentista se perceber qualquer dos sinais abaixo:
- Ferida nos lábios, gengiva ou no interior da boca, que sangra facilmente e não parece melhorar;
- Caroço ou inchaço na bochecha que você sente ao passar a língua;
- Perda de sensibilidade ou sensação de dormência em qualquer parte da boca;
- Manchas brancas ou vermelhas na gengiva, língua ou qualquer outra parte da boca;
- Dificuldade para mastigar ou para engolir;
- Dor sem razão aparente ou sensação de ter algo preso na garganta;
- Inchaço que impede a adaptação correta da dentadura;
- Mudança na voz.

Como evitar o câncer bucal?

Se você não fuma nem masca tabaco, não comece a fazê-lo. O uso do tabaco é responsável por 80 a 90% das causas de câncer bucal.

Fumo – A ligação entre o fumo, o câncer pulmonar e as doenças cardíacas já foi estabelecida. O fumo também afeta sua saúde geral, tornando mais difícil o combate a infecções e a reparação de ferimentos ou de cirurgias. Em adultos jovens, este hábito pode retardar o crescimento e dificultar o desenvolvimento. Muitos fumantes afirmam não sentir mais o odor ou sabor tão bem como antes. O fumo também pode causar mau hálito e manchar os dentes.

Sua saúde bucal está em perigo cada vez que você acende um cigarro, um charuto ou um cachimbo. Com esta atitude, suas chances de desenvolver câncer na laringe, na boca, na garganta e no esôfago aumentam. Como muitas pessoas não notam ou simplesmente ignoram os sintomas iniciais, o câncer bucal muitas vezes se espalha antes de ser detectado.

Mascar tabaco – O hábito de mascar tabaco eleva em 50 vezes a possibilidade de se desenvolver o câncer bucal.

O melhor a se fazer é não fumar nem usar quaisquer outros produtos derivados do tabaco. Quando uma pessoa pára de usar esses produtos, mesmo depois de vários anos de consumo, o risco de contrair câncer bucal se reduz significativamente. O consumo excessivo de bebidas alcoólicas também aumenta o risco de câncer bucal. A combinação fumo/álcool torna esse risco ainda muito maior.

Como se trata o câncer bucal?

Depois do diagnóstico, uma equipe de especialistas (que inclui um cirurgião dentista) desenvolve um plano de tratamento especial para cada paciente. Quase sempre a cirurgia é indispensável, seguida de um tratamento de radio ou quimioterapia. É essencial entrar em contato com um profissional que esteja familiarizado com as mudanças produzidas na boca por essas terapias.

Que efeitos colaterais a radioterapia produz na boca?

Quando a radioterapia é usada na área de cabeça e pescoço, muitas pessoas experimentam irritação ou ressecamento da boca, dificuldade de deglutir e perda do paladar. A radiação também aumenta o risco de cáries e, por isso, é muito mais importante cuidar bem da boca e da garganta neste período.

Converse com seu dentista e seu médico oncologista sobre os problemas bucais que você possa ter durante ou depois do tratamento. Antes de começar a radioterapia, não se esqueça de discutir com seu dentista os possíveis efeitos colaterais e a forma de evitá-los.

Qual o especialista indicado para os casos de câncer bucal?

Lugares certos para encontrar especialistas na área da cirurgia e patologia, são as faculdades de Odontologia, que sempre tem professores nestas especialidades, e na maioria dos hospitais, especificamente na traumatologia, onde, normalmente, costuma figurar um cirurgião bucomaxilo facial na equipe. Todos os bons profissionais conhecem os mais importantes cirurgiões bucais da cidade, que devem ser os procurados, tanto para diagnóstico, como para tratamento dos diversos tipos de câncer da cavidade oral.

Dr. Ledinei Espindula CRO 6974
Rua Marinho Lobo, 80 Sl 301 Edifício Centro Médico
Centro - Joinville - dr.ledinei@ig.com.br
(47)3025-3004 / 9614-7640

terça-feira, 25 de janeiro de 2011

SENSIBILIDADE DENTAL - o que fazer???

Volto a este tema devido a grande recorrencia da sensibilidade dentinária nos pacientes. A solução é fácil, mesmo assim ainda há um grande número de pessoas que sofre com esse problema.

Nossos dentes tem sua parte sensível na forma de pequenos canais chamados canalículos dentinatários, que, para entender melhor, são ramificações minúsculas ligadas ao canal principal do dente, que é seu elemento de comunicação com o sistema nervoso central.

Quando um dente tem uma cárie, uma fratura, podendo ser uma pequena rachadura do esmalte, uma retração gengival resultante de doença das gengivas ou quando há perda do esmalte do dente, a resposta dolorosa resultante aos estímulos térmicos, de agentes químicos ou ao próprio toque da língua ou outro objeto, recebe o nome de sensibilidade de colo.

Em algumas pessoas e em determinadas faixas etárias, esta é maior, impedindo que a pessoa tome um sorvete, um chá ou café quentes. Nos jovens, acontece mais em caso de fraturas pequenas, às vezes imperceptíveis. Nos adultos, quando em decorrência da perda do osso que sustenta os dentes, parte da raiz se expõe, mesmo que, visualmente, pouco se perceba. O sintoma, em ambos os casos, é sentir os dentes, o que em condições normais não acontece. Não chega a ser uma dor, mas sua constância incomoda sempre que algum estímulo aconteça.

Existem alguns tratamentos paliativos, que funcionam mais ou menos segundo o limiar de sensibilidade de cada um. Antes de fazer qualquer tratamento, alguns Cirurgiões Dentistas recomendam o uso de creme dental específico para dentes sensíveis, como primeira tentativa. Os tratamentos mais comuns são à base de aplicações de nitrato de prata, cloreto de zinco ou ferrocianeto de potássio, sempre em porcentagens e fórmulas de diluição ou aplicação a critério do Dentista, que optará segundo o grau de sensibilidade e reação de cada paciente.

Alguns casos tem melhores resultados quando a aplicação, ao invés de ser tópica, é feita com deposição eletrolítica, ou por aplicações de raios laser. Outros, mais extremos, requerem cortisona e nos pacientes em que a sensibilidade não cessa mesmo com as aplicações, a solução última é o tratamento do canal, neste caso, retirando-se a sua parte sensora.

A sensação de alívio ao receber a aplicação, para muitos, é imediata e só o fato de ser feita uma ou algumas aplicações já soluciona o problema em definitivo. Noutros, após algum tempo a sensibilidade retorna, sendo necessárias novas aplicações. Quem tem sabe o quanto vale o tratamento, que é simples e, ao contrário do que se imagina, não dói, pois só faz aliviar a dor. Em ambos os casos, só o fato de se fazerem as aplicações pode ser solução definitiva para o problema. Quando não, e estando indicado, o tratamento do canal do dente passível de sensibilidade é o consolo e descanso para quem sofre mais com os efeitos da sensibilidade. Só de lembrar que, de quando em quando, seus dentes ficam mais sensíveis, a vontade de ver-se livre do incômodo justifica qualquer sacrifício.

Para dentes sensíveis, não existe época ideal para tratar. Havendo sensibilidade, tem que procurar o Cirurgião Dentista e buscar a solução. Não se justifica sofrer por causa de sensibilidade se o tratamento é na, maioria das vezes simples, rápido e barato.

A melhor coisa a fazer é ir ao Dentista no dia em que a sensibilidade estiver se manifestando mais, de forma que ele possa identificá-la melhor e avaliar o resultado das aplicações.

A maioria dos Dentistas está acostumada a solucionar os casos normais de sensibilidade, não havendo ainda especialistas indicados nesta área, embora já existam na Odontologia, profissionais que estão se especializando em estudar os mecanismos da dor e as diferentes maneiras de combatê-la e solucioná-la. Nos casos mais avançados, pergunte a seu Dentista se é o caso de lhe recomendar algum.

Dr. Ledinei Espindula CRO 6974
Rua Marinho Lobo, 80 Sl 301 Edifício Centro Médico
Centro - Joinville - dr.ledinei@ig.com.br
(47)3025-3004 / 9614-7640

sexta-feira, 14 de janeiro de 2011

FACETAS LAMINADAS - como funciona???

Por problemas genéticos, má higienização, tratamentos de canal não realizados ou feitos de forma incompleta, excesso de antibióticos ou outros motivos, de origem sistêmica, os dentes podem apresentar más formações ou aparência ruim, pelo fato de estarem manchados, escurecidos ou fraturados. Este tipo de desarmonia estética pode acontecer em alguns ou em todos os dentes, fazendo com que a aparência do sorriso seja ruim e levando as pessoas a terem complexos por tentar esconder os defeitos, não sorrindo ou o fazendo com a boca mais fechada do que o natural, prejudicando sua espontaneidade.

Depois de tentados os métodos normais que envolvem restaurações e clareamento, sem atingir o resultado estético esperado, a alternativa mais moderna é a utilização do método chamado de facetas laminadas, que para um entendimento mais fácil, funcionariam como unhas postiças, com a diferença de no caso das facetas, estas serem definitivas, sem necessidade ou possibilidade de remoção. O sistema é simples. O Dentista remove a parte que compromete a aparência, numa camada bem fina da superfície dos dentes com problemas estéticos. Depois disso prepara esta superfície, deixando-a mais áspera, de forma a obter uma total aderência da faceta que será colocada, a qual ficará colada e sustentada pelo dente, sem que este tenha qualquer alteração de volume, já que as facetas são confeccionadas e preparadas para cada dente em separado, atendendo às necessidades e particularidades dele. O sistema de colagem é feito na forma de um adesivo, que não permite que se soltem, além de funcionarem como um vedante absoluto. Sua aparência é igual à de um dente natural e sua cor escolhida de acordo com os dentes da própria pessoa, com uma escala de cor, levando em conta as alterações que se fizerem necessárias.

Trata-se de uma solução definitiva para os problemas estéticos, que permite corrigir integralmente todos os defeitos que comprometam o aspecto da dentição com problemas, inclusive aquele representado por manchas que são do próprio dente e não saem com qualquer tipo de tratamento. Com a colocação das facetas podem-se resolver também pequenas irregularidades na forma dos dentes, tirando destes o aspecto de estarem tortos ou fora do alinhamento. Ajudam a solucionar espaços muito grandes entre os dentes e partes de raízes que estejam aparecendo por perda de gengiva. Certamente este tratamento fará você se sentir melhor consigo mesmo, melhorando sua auto-estima e confiança para o convívio social.

Dr. Ledinei Espindula CRO 6974
Rua Marinho Lobo, 80 Sl 301 Edifício Centro Médico
Centro - Joinville - dr.ledinei@ig.com.br
(47)3025-3004 / 9614-7640

quarta-feira, 10 de novembro de 2010

BRUXISMO - tem cura????

A palavra bruxismo deriva do grego Brychein – ranger os dentes. Isto ocorre num período que não corresponde a mastigação dos alimentos e de forma contínua, involuntária e excessiva. Este hábito, bem como outros (roer unhas, chupar dedo), são muito comuns na infância e consequentemente podem causar danos às estruturas do sistema estomatognático e dor.

Ocorre normalmente durante o sono e acontece normalmente de uma forma não percebida pelo paciente.

Os dados existentes na literatura são controversos, com uma grande variedade de classificações e metodologias de investigação sobre o bruxismo. Isto impossibilita uma real comparação entre eles, pois diversos instrumentos diagnósticos tem sido utilizados.

Para se ter uma idéia do problema, um artigo de revisão sistemática, publicado na revista Quintessence Internacional (quintessence int 2009;40:849-855), mostrou que, após uma revisão de 52 estudos sobre o tema, apenas dois dispunham de requisitos necessários para inclusão no estudo, que tinha como objetivo avaliar a correlação entre evidência científica da existência de bruxismo em crianças sua respectiva terapia. Nestes dois artigos, inclusos nesta revisão, um reportava-se ao amplo tratamento de crianças que apresentavam bruxismo com a cirurgia de vias aéreas superiores (adenoidectomia). No outro, a proposta de tratamento foi através de técnicas psicológicas. Nenhum dos dois apresentou condições específicas para a real etiologia do bruxismo.


Sua etiologia é multifatorial sendo regulada por mecanismos do sistema nervoso central e influenciada pelo sistema nervoso periférico. Isto explica porque hábitos orais, desordens temporomandibulares, mal-oclusão, hipopinéia e altos níveis de ansiedade podem predispor o indivíduo ao bruxismo.

É sabido que o bruxismo pode provocar fortes dores de cabeça, desgaste dos dentes, fraturas dentais e distúrbios da articulação temporomandibular.

SINAIS E SINTOMAS
Desgaste excessivo dos dente
bruxismo e desgaste dentário
Dificuldade de dormir ou até mesmo insônia
Dor na musculatura facial
Irritação
Dor de cabeça

TRATAMENTO DO BRUXISMO
Deve ser direcionado a etiologia:
Uso de dispositivo interoclusal
Diminuição do estresse com tratamento especializado
Tratamento da dor quando presente


REABILITAÇÃO
Aparelho ortodôntico/ortopédico para alinhamento e correto posicionamento dos dentes
Restaurações
Reposição de estruturas perdidas

Dr. Ledinei Espindula CRO 6974
Rua Abdon Batista, 47 Sl 802 Cl São Marcos
Centro - Joinville - dr.ledinei@ig.com.br
(47)3025-3004 / 9614-7640

sexta-feira, 5 de novembro de 2010

ORIENTAÇÕES DENTES DO SISO (3o MOLAR)

Os dentes inclusos são aqueles que se encontram dentro do osso ou com parte dentro do osso e parte dentro da gengiva, sem terem nascidos, muito embora já tenha passado o período normal para sua saída. A razão para que isto aconteça, na maioria das vezes, é por falta de espaço na arcada dentária, outras, pelo fato do dente vizinho estar torto, impedindo assim o seu nascimento, ou ainda, por resistência do tecido ósseo. Siso ou dente do juízo como é conhecido popularmente, por normalmente erupcionar próximo da maioridade, é o terceiro molar, um dente que a maioria das pessoas do nosso tempo já não apresenta. Para saber se temos ou não é fácil: basta contar os dentes que temos, desde que não tenhamos feito nenhuma extração e verificar se dispomos de vinte e oito ou trinta e dois dentes. Se forem vinte e oito é porque não temos e se forem trinta e dois é porque temos os quatro dentes do siso. Quando não os temos, pode ser que não tenhamos os embriões dentais que os originariam ou porque os mesmos se encontrem inclusos (alguns dizem retidos), ou seja, não nasceram por estarem dentro do alvéolo ósseo, sem condições para sair ou por estarem impactados de encontro aos dentes da frente, os segundos molares.

Se o problema for identificado com antecedência através de radiografias tiradas na adolescência, sua solução pode ser a tentativa de, através de aparelhos ortodônticos, promover sua saída natural. Se não saírem, pode ser tentado um tracionamento deste dente, puxando-o progressivamente com apoio em outro dente próximo, ajudado pela remoção de partes duras do osso que estão dificultando sua erupção. Ou ainda a utilização destes dois métodos em conjunto, sucessivamente. Só não se fazem estas tentativas se o espaço para estes dentes que não nasceram não for suficiente ou se, com isto, eles vierem a pressionar os demais dentes. Nestes casos, e quando existe a possibilidade destes dentes inclusos virem a trazer dor, a indicação é sua extração, que é uma ação trabalhosa, pelas dificuldades de acesso e pelas próprias razões que impediram seu nascimento, o travamento em dentes e paredes ósseas.


Conseguindo-se fazê-lo erupcionar na adolescência, tem-se a vantagem de novos dentes, tantos quantos forem os que estavam inclusos. Não se conseguindo, é conveniente a sua extração, para evitar problemas futuros, de prejuízo aos dentes vizinhos a casos de dor intensa, pelo esforço do organismo em tentar colocá-los para fora e não consegui-lo. Ter os dentes bem alinhados representa facilidade para a higienização e menor risco para o surgimento de cáries e doenças das gengivas. Daí muitas vezes a indicação de extração dos inclusos, justamente para não entortarem os demais.


Dentes inclusos são, normalmente, extraídos pelos próprios Dentistas, sempre que o acesso e a remoção possam ser feitos sem dor ou cansaço, por uma a duas horas de trabalho. Quando imaginam que se trata de um caso mais complexo ou difícil, costumam encaminhar a especialistas, principalmente os casos em que os dentes estiverem impactados, ou seja, presos em outros dentes. Nestes casos, pelo procedimento de extração ser mais difícil e requerer instrumental mais específico e apropriado, um cirurgião bucomaxilo facial terá melhores resultados, diminuindo o desconforto e minimizando a dor pós-operatória. Identificado o problema, a extração deve ser feita assim que possível, para evitar a situação indesejada de dor pela pressão do dente que está incluso, tendo com isto, certamente, uma remoção mais difícil.

Dr. Ledinei Espindula CRO 6974
Rua Abdon Batista, 47 Sl 802 Cl São Marcos
Centro - Joinville - dr.ledinei@ig.com.br
(47)3025-3004 / 9614-7640

sexta-feira, 29 de outubro de 2010

PRÓTESE FIXA - 1a Opção de Tratamento

Mesmo com a evolução dos implantes, a primeira opção para tratamento deve ser a conservação e manutenção dos dentes ou raízes destes, para sustentação de próteses fixas. Este tipo de prótese, que não pode ser retirada pelo paciente é cimentada pelo Dentista na parte remanescente dos dentes que foram preparados. Sua primeira finalidade é restaurar a função do dente perdido e depois repor a estética, simulando um dente natural, com dados do outro dente similar que temos no lado oposto da boca. Modernamente, usam-se resinas tão perfeitas que fica difícil identificar qual é o dente natural e qual é o artificial.

Depois do preparo dos dentes, quando o Dentista os desgasta de forma a que fiquem prontos para reterem a prótese, o profissional faz uma moldagem dos seus dentes para enviar ao laboratório de prótese, que fará um modelo da sua boca, inclusive o colocando num aparelho chamado articulador, que simulará os movimentos da sua mandíbula. A estrutura interna da prótese é feita em metal, para dar-lhe maior resistência, sendo esta testada em sua boca para verificar a adaptação. Caso ela esteja de acordo com o preparo que foi feito nos seus dentes, será então aplicada a resina ou porcelana, que simulará seus dentes. Recebe ela, ainda, um acabamento final, para maior durabilidade. Para ter certeza que está funcionando bem, em alguns casos, é feita uma cimentação provisória para testes e só depois procedida a sua cimentação definitiva. Durante o período que sua prótese estiver sendo confeccionada, você ficará com uma prótese provisória. A participação do paciente nesta etapa de confecção e colocação da prótese é importante, porque a partir de suas vontades e opiniões, o Dentista poderá acertar a aparência da mesma, sempre de acordo com sua vontade, inclusive quanto à altura e contato com os demais dentes que você possui. Não deixe de revelar suas opiniões e expectativas, porque a prótese é feita para satisfazê-lo estética e funcionalmente. Quanto mais de acordo com sua vontade e gosto ela ficar, mais satisfeito você estará durante todo o período que ela durar.

Tecnicamente, as próteses são feitas para reabilitar sua mastigação e fonética, permitindo o adequado cortar e triturar dos alimentos e a possibilidade de continuar emitindo os sons, que, em sua maioria articulam-se na língua e com passagens de ar entre os dentes. Esteticamente, as próteses tem por objetivo deixar sua aparência e sorriso o mais natural possível, sendo identificador desta situação o fato das pessoas que não sabem, não perceberem que usamos próteses. Por esta razão, os Dentistas se preocupam, sempre que possível, em deixá-las com a aparência o mais natural, inclusive no item cor dos dentes da prótese e suas variações em função das diversas incidências de luz.

Por ser um tratamento mais demorado na sua confecção e por ser colocado com uma expectativa de durar muito, os pacientes devem se informar sobre os diferentes tipos de material que podem ser empregados, suas vantagens e garantias, antes de decidir-se por uma ou outra modalidade de prótese.

Dr. Ledinei Espindula CRO 6974
Rua Abdon Batista, 47 Sl 802 Cl São Marcos
Centro - Joinville - dr.ledinei@ig.com.br
(47)3025-3004 / 9614-7640